
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Deixe a Raiva Secar

Ritinha não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia então, pediu a coleguinha que emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Ritinha não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Ritinha ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Ritinha desabafou: "Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo e ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.
Totalmente descontrolada, Ritinha queria porque queria, ir ao apartamento de Júlia para pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou: "Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro passando jogou lama em sua roupa?
Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.
Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar. Pois é, minha filha com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Ritinha não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha. Era Júlia, toda sem graça com um embrulho na mão..
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando: "Ritinha, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você tinha me emprestado.
Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa".
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
O cachorro e o açougue
Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um
cachorro entrou. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente
ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu:
- 'Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor'.
Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa. Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
-'Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!'
A pessoa respondeu:
- 'Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido esquece a chave!'
Moral da História:
Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns você estará sempre abaixo do esperado. Qualquer um pode suportar a adversidade, mas se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
Quem conhece os outros é inteligente. Quem conhece a si mesmo é iluminado.
Quem vence os outros é forte. Quem vence a si mesmo é invencível.
- 'Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor'.
Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa. Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
-'Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!'
A pessoa respondeu:
- 'Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido esquece a chave!'
Moral da História:
Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns você estará sempre abaixo do esperado. Qualquer um pode suportar a adversidade, mas se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
Quem conhece os outros é inteligente. Quem conhece a si mesmo é iluminado.
Quem vence os outros é forte. Quem vence a si mesmo é invencível.
(Autor desconhecido)
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
O anjo e o amigo
Um anjo não nos escolhe, Deus nos atribui.
Um amigo nos toma da mão e nos acerca de Deus.
Um anjo tem a obrigação de cuidar-nos.
Um amigo nos cuida por amor.
Um anjo te ajuda evitando que tenhas problemas.
Um amigo te ajuda a resolvê-los.
Um anjo te vê sofrer, sem poder te abraçar.
Um amigo te abraça, porque não quer ver-te sofrer.
Um anjo te vê sorrir e observa tuas alegrias.
Um amigo te faz sorrir e faz parte de tuas alegrias.
Um anjo sabe quando precisas que alguém te escute.
Um amigo te escuta, sem dizer-te que precisas.
Um anjo, em realidade é parte de teus sonhos.
Um amigo, compartilha e luta para que teus sonhos,
sejam uma realidade.
Um anjo sempre está contigo, sabe defender-te.
Um amigo, quando não está contigo, não só te defende,
também pensa em ti.
Um anjo vela teu sonho.
Um amigo sonha contigo.
Um anjo aplaude teus triunfos.
Um amigo te ajuda para que triunfes.
Um anjo se preocupa quando estás mal.
Um amigo se dedica para que estejas bem.
Um anjo recebe uma oração tua.
Um amigo faz uma oração por ti.
Um anjo te ajuda a sobreviver.
Um amigo vive por ti.
Para um anjo, és uma formosa missão que cumprir.
Para um amigo, és um tesouro que defender.
Um anjo, é algo celestial.
Um amigo é a oportunidade de conhecer o mais
formoso que há na vida,"o amor e a amizade".
Um anjo quer ser teu amigo.
Um amigo, sem compromisso, também é teu anjo.
Autor Desconhecido
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Coragem
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Chamo-me AmoR - (Chico Xavier)
QUANDO, nas horas de íntimo desgosto,
o desalento te invadir a alma
e as lágrimas te aflorarem aos olhos
Busca-Me:
eu sou Aquele que sabe sufocar-te o
pranto
e estancar-te as lágrimas;
QUANDO te julgares incompreendido pelos
que te circundam
e vires que em torno a indiferença
recrudesce,
acerca-te de Mim:
eu sou a LUZ,
sob cujos raios se aclaram a pureza de
tuas intenções
e a nobreza de teus sentimentos;
QUANDO se te extinguir o ânimo, as
vicissitudes da vida,
e te achares na eminência de desfalecer,
chama-Me,
eu sou a FORÇA,
capaz de remover-te as pedras dos
caminhos
e sobrepor-te às adversidades do mundo;
QUANDO, inclementes, te açoitarem os
vendavais da sorte
e já não souberes onde reclinar a cabeça,
corre para junto de Mim:
eu sou o REFÚGIO,
em cujo seio encontrarás guarida para o
teu corpo
e tranquilidade para o teu espírito;
QUANDO te faltar a calma, nos momentos de
maior aflição,
e te julgares incapaz de conservar a
serenidade de espírito,
invoca-Me,
eu sou a PACIÊNCIA,
que te faz vencer os transes mais
dolorosos
e triunfar nas situações mais difíceis;
QUANDO te abateres nos paroxismos da dor
e tiveres a alma ulcerada pelos abrolhos
dos caminhos,
grita por Mim,
eu sou o BÁLSAMO,
que te cicatriza as chagas
e te minora os padecimentos;
QUANDO o mundo te iludir com as suas
promessas falares
e perceberes que já ninguém pode
inspirar-te confiança,
vem a Mim:
eu sou a SINCERIDADE,
que sabe corresponder à fraqueza de tuas
atitudes e à grandeza de teus ideais;
QUANDO a tristeza e a melancolia te
povoarem o coração
e tudo te causar aborrecimento,
clama por Mim:
eu sou a ALEGRIA,
que te insufla um alento novo
e te faz conhecer os encantos de teu
mundo interior;
QUANDO, um a um, te fenecerem os ideais
mais belos
e te sentires no auge do desespero,
apela para Mim, eu sou a ESPERANÇA,
que te robustece a fé e acalenta os
sonhos;
QUANDO a impiedade se recusar a
relevar-te as faltas
e experimentares a dureza do coração
humano,
procura-Me,
eu sou o PERDÃO,
que te eleva o ânimo e promove a
reabilitação de teu espírito;
QUANDO duvidares de tudo, até de tuas
próprias convicções,
e o cepticismo te avassalar a alma,
recorre a Mim,
eu sou a CRENÇA,
que te inunda de luz o entendimento e te
reabilita para a conquista da felicidade;
QUANDO já não aprovares a sublimidade de
uma afeição sincera
e te desiludires do sentimento de seu
semelhante,
aproxima-te de Mim:
eu sou a RENÚNCIA,
que te ensina a olvidar a ingratidão dos
homens
e a esquecer a incompreensão do mundo;
QUANDO, enfim, quiseres saber quem Sou,
pergunta ao riacho que murmura e ao
pássaro que canta,
à flor que desabrocha e à estrela que
cintila,
ao moço que espera e ao velho que
recorda.
Eu sou a dinâmica da Vida e a harmonia da
Natureza;
chamo-me :
AMOR!
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Caminhos
A vida é feita de caminhos...
caminhos que levam;
caminhos que trazem;
sonhos, alegrias, tristezas, amores, esperanças...
De qualquer forma, nada vem ou vai sem caminho.
O caminho é parte integrante de nossas vidas.
Já buscávamos percorrer caminhos.
Nossos primeiros passos foram treinados...
e aperfeiçoados para conquistar caminhos.
...outros se perdem pelo caminho.
Uns tiveram tudo para caminhar...
Outros, muita dificuldade para chegar.
E chegaremos ao ponto final.
Certamente fomos feitos para abrir caminhos,
romper barreiras, ultrapassar limites e vencer.
Deus, na sua infinita misericórdia,
não nos abandonaria num deserto de incertezas.
Não nos deixaria à beira do caminho,
condenando-nos a um fim sem propósitos.
Ele nos preparou um caminho
que nos levará de volta para casa...
(Autor Desconhecido)
"Se você colocar um falcão em um cercado de um metro quadrado e inteiramente
aberto em cima ele se tornará um prisioneiro, apesar de sua habilidade para
o vôo. A razão é que um falcão sempre começa seu vôo com uma pequena corrida
em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um
prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto.
O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar
nivelado. Se for colocado em um piso complemente plano tudo que ele
conseguirá fazer é andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma
ligeira elevação de onde possa se lançar.
Um zangão, se cair em um pote aberto ficará lá até morrer ou ser removido.
Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados,
próximo ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até
que se destrua completamente de tanto atirar-se contra as paredes do vidro.
Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão : atiram-se
obstinadamente contra os obstáculos , sem perceber que a saída está logo acima.
Se você está como um zangão, um morcego ou um falcão, cercado de problemas
por todos os lados, olhe para cima !
" E lá estará DEUS : à distância apenas de uma oração !..."
( autor desconhecido )
terça-feira, 9 de agosto de 2011
A Morte Devagar
Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.
Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja quem não lê quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar
(Martha Medeiros)
quarta-feira, 20 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Apesar de... Martha Medeiros
Apesar de ele nunca querer sair com os amigos dela e implicar com o jeito que ela dirige, ela não o abandona nem sob decreto, porque ninguém, como ele, sabe fazê-la se sentir tão desejada.
Não lembro quem disse que a gente gosta de uma pessoa não por causa de, mas apesar de. Gostar do que é gostável é fácil: gentileza, bom humor, inteligência, simpatia, tudo isso a gente tem em estoque na hora em que conhece uma pessoa e resolve conquistá-la.
Os defeitos ficam guardadinhos nos primeiros dias e só então, com a convivência, vão saindo do esconderijo e revelando-se no dia a dia. Você então descobre que ele não é apenas gentil e doce, mas também um tremendo casca-grossa quando trata os próprios funcionários.
E ela não é apenas segura e determinada, mas uma chorona que passa 20 dias por mês com TPM. E que ele ronca, e que ela diz palavrão demais, e que ele é supersticioso por bobagens, e que ela enjoa na estrada, e que ele não gosta de criança, e que ela não gosta de cachorro, e agora? Agora convoquem o amor pra resolver esta encrenca.
O par ideal não existe. Esta tal de alma gêmea é uma invenção que colou não sei como, porque é só pensar um pouco pra ver que não faz sentido: seria uma sorte excepcional sua alma gêmea morar na mesma cidade, frequentar o mesmo clube e o mesmo bairro que você. Sua alma gêmea pode muito bem viver em Kuala Lumpur ou em Helsinque, como é que você foi cair nos braços do primeiro candidato ao posto sem dar um giro pelo mundo antes?
O que existe é uma necessidade de extravasar nossos sentimentos mais nobres, uma vontade maluca de pertencer emocionalmente a alguém. Existe um sexto sentido que nos conduz em direção a uma determinada pessoa, existe uma vontade de estar junto, de trazê-la para o nosso mundo e também de entrar no mundo dela, existe uma aversão à solidão que nos impulsiona para o desconhecido – ou para a desconhecida.
E estes seres estranhos são gentis, bem-humorados, inteligentes, simpáticos, e o que mais? Ele deixa a casa esculhambada, ela é péssima cozinheira. Ele é pão-duro, ela gasta insanamente. Ele se irrita quando seu time perde, ela desmorona quando é criticada.
Ele tem medo de altura, ela tem medo de tempestade. Ele chega atrasado, ela nunca está pronta. Ele é muito distraído, ela é muito ciumenta. Ele não gosta de sair, ela não gosta de ler. Ele dorme tarde, ela tem insônia. Ele é gremista doente, ela nem sabe o que é um escanteio.
Mas se adoram, apesar de...
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